
RIO DE JANEIRO - Antes de qualquer coisa, menção honrosa merecidíssima a Bruno Senna, que não caiu na pachequice global.
O moleque não fez nem meia corrida e já começou a palhaçada de que era mais um Senna na Fórmula 1, que estava emocionado, o tio, o intocável semi-deus brasileiro que morreu e estava na sua memória....e o primeiro-sobrinho, curto, grosso e galante, diz que a corrida foi chata porque andou sozinho atrás de todo mundo, que o carro tá uma merda e vai evoluir, e como é de costume não deu sequer uma palavra sobre o tio.
A única semelhança - essa é bizarramente inegável - é na expressão do garoto quando colocado o capacete. Se fosse filho talvez não houvesse tanta semelhança.